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Blog de DPPN Engenharia e Custos
 


                                             

E a reconstrução já começou, o mais importante são as pessoas, pois catástrofes ocorrem em proporções cada vez maiores, mundo afora. Um ótimo 2013 para todos nós!

 

Engenheiro Geotécnico Djalma P Pessoa, Conselheiro da Associação Brasileira de Geologia e Engenharia Ambiental desde 2004, Membro da ABEAV.



Escrito por Djalma P Pessoa às 04h15
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O INSTITUTO RECONSTRUIR E SUA AÇÃO SOCIAL EM TERESÓPOLIS-RJ

 



Escrito por Djalma P Pessoa às 16h06
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Viabilidade de Projetos

Controle de Custos; Eficácia de Projetos; Empreendimentos Rentáveis. 
Nos tempos atuais, a engenharia de custos assume o seu importante papel na realidade brasileira. A sociedade não mais admite o desconhecimento de preços e custos nos contratos de aquisição de obras e serviços de engenharia, sejam eles de obras públicas, sejam eles de gerência privada ou terceirizações contratadas nos regimes de empreitada. 


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Escrito por Djalma P Pessoa às 06h39
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Grandes construtoras: difícil é ganhar dinheiro

Não faltam clientes nem crédito. Mesmo assim, grandes construtoras lucram menos, atrasam obras — e suas ações despencam

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 Comentários (1)Views (10965)

Fernando Vivas

Canteiro de obras do condomínio Le Parc Residencial, da construtora Cyrela.

Obra da Cyrela: custos mais altos do que o previsto em cerca de 15% das obras

São Paulo - Nunca houve tantas condições favoráveis para a expansão do setor imobiliário brasileiro como hoje. Com estandes cheios de compradores e crédito farto, as cinco maiores construtoras do país sextuplicaram suas receitas nos últimos quatro anos. Também não faltaram investidores — o setor foi o que mais levantou dinheiro na bolsa de 2006 a 2010, mais de 24 bilhões de reais.

Mesmo com demanda forte e bancos com linhas de crédito mais amplas, os resultados de algumas das maiores companhias do setor despencaram no início deste ano — e, de acordo com analistas, os dados do segundo trimestre, ainda não divulgados, devem confirmar essa tendência.

Com expressivas quedas no lucro, três construtoras lideram as perdas nos últimos 12 meses — Gafisa, Trisul e Cyrela, com queda de 45%, 44% e 32%, respectivamente . No mesmo período, o Ibovespa encolheu 6%.

Boa parte do problema decorreu justamente da efervescência do mercado. Para atender à demanda em ebulição e cumprir metas ambiciosas acertadas com investidores, as maiores construtoras diversificaram tanto o perfil de empreendimento quanto sua abrangência regional.



Escrito por Djalma P Pessoa às 13h48
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Regime Diferenciado de Contratações: um erro de proporções olímpicas

Por João Alberto Viol



O governo federal aparentemente acordou para a urgência de resolver os atrasos nas obras necessárias à boa realização dos megaeventos esportivos: a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O remédio escolhido, porém, pode acabar provocando sequelas indesejáveis, em vez de trazer a desejada cura dos problemas.


A proposição do Regime Diferenciado de Contratações (RDC), embutido na Medida Provisória 521/2010 e destinado a acelerar as licitações e os contratos para a realização dessas obras em tempo hábil é, sem dúvida, um equívoco de proporções olímpicas. 

Em licitações para obras públicas, a busca por atalhos para driblar a falta de planejamento pode levar ao abismo. A Lei de Licitações, a 8.666/93, certamente precisa de aperfeiçoamentos, cuja discussão infelizmente se arrasta desde 2007 no Congresso, nos debates sobre a revisão dessa lei que rege as contratações públicas no país. Mas, como sabemos e a história brasileira já não tão recente nessa área demonstra, aperfeiçoamentos são o contrário de gambiarras, de improvisações. 

Tentar inserir uma discussão dessa importância e que envolve um conjunto de obras de vários bilhões de reais numa MP cujo escopo inicial era para definir o valor da bolsa de médicos-residentes é ir contra todos os preceitos que definem a realização de uma boa obra, entre os quais o planejamento é o seu pilar estrutural. 

É possível desenvolver as obras exigidas para a realização da Copa 2014 de forma adequada e buscando os melhores resultados, técnico-econômicos, para os vultosos investimentos previstos ou em andamento? Sim, é possível, mas isso não significa que não precisamos mais planejar e apenas executar. O novo planejamento é de enfrentamento dos riscos. É um planejamento estratégico, no seu sentido estrito. 

Diante do cenário de atraso, temos que planejar – isto é, pensar e decidir antes – como enfrentar esses riscos. A primeira posição é reconhecer o atraso e ajustar os cronogramas, uma vez que não há folgas frente a imprevistos e obstáculos. Em segundo lugar, identificar claramente os riscos de ocorrências que podem atrasar mais as obras. E, ainda: decidir o mais rapidamente o que falta. Completar no prazo mais breve todos os projetos executivos dos estádios e das obras de mobilidade urbana e de ampliação aeroportuária. 

O projeto concebe, desenha e calcula os elementos físicos e econômicos, previamente à execução de qualquer empreendimento. Antes de iniciar a obra é possível visualizar os detalhes do empreendimento quando pronto, mediante maquetes eletrônicas. O papel do construtor é executar segundo o que foi definido no projeto. 

Com relação às Olimpíadas, a situação temporal é diversa. O lapso de tempo ainda permite galgar todos os passos sem necessidade de se decidir em situações de risco. Portanto, para as Olimpíadas, é seguir o caminho normal. 

A aprovação da MP 521 colocará em risco a qualidade dos projetos de arquitetura e de engenharia, com as potenciais sequelas em termos de atrasos nos cronogramas, obras de má qualidade e custos além dos previstos nos respectivos orçamentos. 

As principais entidades e especialistas na área, no Brasil e no exterior, recomendam a contratação de forma independente e pela melhor solução técnico-econômica de projetos de arquitetura e de engenharia como garantia de definição rigorosa de orçamentos, de cumprimento dos prazos previstos e da qualidade na execução, devido ao detalhamento de sistemas construtivos, materiais e serviços envolvidos. 

Num momento em que diversas entidades representativas da engenharia brasileira articulam um movimento contra a corrupção, não temos dúvida em afirmar que o planejamento e a contratação pela melhor solução técnico-econômica de projetos em sua etapa final, com todos os seus detalhamentos perfeitamente definidos, em todas as etapas da obra (projeto completo), é a verdadeira “vacina anticorrupção” em obras públicas. 

Assim, se o governo federal deseja realmente acelerar as obras necessárias à realização da Copa 2014 e Olimpíada 2016, mantendo o imprescindível controle de qualidade e de custos para deixar legados duradouros à sociedade, deve reformular seus conceitos e retirar a MP 521 do processo de votação no Congresso. 

O governo não pode abrir mão dos principais instrumentos de gestão das obras públicas - como é o caso do planejamento e do projeto contratado de forma independente da construção -, para se arriscar em um caminho claramente equivocado e repudiado de forma unânime pelas entidades representativas da arquitetura e da engenharia brasileiras. 


João Alberto Viol, presidente da SINAENCO - Sindicato da Arquitetura e da Engenharia 


Fonte:www.sinaenco.com.br



Escrito por Djalma P Pessoa às 06h11
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Relação entre movimentos de massa e a presença de água

Por Eng. Civil MSc. Djalma Pinto Pessôa Neto 

e-mail: djalma.ppessoa@uol.com.br
Facebook: Djalma Pessoa

As chuvas são geralmente causa preponderante na ocorrência de deslizamentos. O efeito grandeza desta influência depende, dentre outros fatores, das condições climáticas, da topografia local, da estrutura geológica das encostas e da permeabilidade do solo.


MENEZES e CAMPOS (1992), identificaram a possibilidade de ocorrência de rupturas de taludes em decorrência da redução da sucção, que pode ser associada à variação do grau de saturação do solo do talude. Assim, o fluxo de água decorrente da infiltração deve ser levado em consideração, admitindo-se que a ruptura ocorre na região já saturada pela frente de saturação, ou próximo a esta. Estes autores concordam que, durante os períodos de ocorrência de chuvas freqüentes, há um aumento contínuo e gradual do grau de saturação, logo uma diminuição da sucção e, conseqüentemente, das tensões efetivas, acarretando numa redução da resistência ao cisalhamento do solo, o que, eventualmente, pode levar o talude à ruptura. O provável mecanismo é o seguinte: 

1) antes do período de chuvas, o solo se encontra não-saturado (grau de saturação da ordem de oitenta por cento, ou menos), apresentando poro-pressões negativas, que originam, na sua envoltória de resistência, uma coesão aparente que é, em muitos casos, o fator preponderante na estabilidade do talude ou da encosta; 

2) quando ocorrem as primeiras chuvas, as camadas superficiais do talude absorvem água, com isso aumentam seu grau de saturação e, em conseqüência, sua condutividade hidráulica; 

3) forma-se, então, a dita frente de saturação, que avança até alguns decímetros ou metros de profundidade, à medida que as chuvas persistem. O grau de saturação inicial, o índice de vazios do solo, sua textura e plasticidade, os dados das precipitações pluviométricas, o tipo e a densidade de cobertura vegetal e, também a inclinação do talude ou encosta influem na profundidade e na velocidade de avanço da frente de saturação; 

4) quando o grau de saturação atinge valores próximos de 100% e a frente de saturação ultrapassa profundidades da ordem de alguns metros, apesar de se estabelecer algum fluxo na direção paralela à face do talude, a direção predominante de fluxo é vertical, em decorrência das forças gravitacionais e capilares; 

5) cessadas as precipitações, ocorre uma redistribuição da água que infiltrou, com o conseqüente aumento do teor de umidade médio, na região acima da frente de saturação; 

6) na ocorrência de uma nova precipitação, o avanço da frente de saturação será mais rápido, continuando o processo de saturação do talude, a conseqüente reduções da sucção e da resistência ao cisalhamento do solo e o aumento do seu peso próprio. Esta conjugação de efeitos pode levar à ruptura da encosta ou do talude. 


Área afetada por escorregamentos de solos e camadas de proteção vegetal, com afloramento de topologia rochosa (Friburgo, jan. 2011).



É interessante registrar que o avanço da frente de saturação prossegue mesmo após a chuva cessar, o que pode levar à ocorrência de rupturas alguns dias após a ocorrência de grandes precipitações, em dias nos quais a precipitação foi nula ou mesmo muito baixa. 

Na estação cheia devido a influência da infiltração da água nas primeiras camada do solo, e a contribuição da poro-pressão devido à elevação do lençol freático, provoca-se instabilidade nas encostas. A infiltração altera os parâmetros de resistência das primeiras camadas do solo, ou seja, na frente de saturação. A poro-pressão diminui a resistência ao cisalhamento do solo, sendo a tensão total reduzida da pressão neutra.

Recentes estudos realizados por nós em solos residuais tropicais levam a concluir que:

1- A infiltração de água modifica a resistência do solo, sendo que os valores relativos a coesão, dependendo do grau de saturação ou encharcamento, são bastante reduzidos com a influência da água (perda de sucção). Isto não ocorre com os outros parâmetros. 

2- As leituras de níveis d’água em equipamentos especiais, chamados piezômetros, variaram na mesma grandeza que as dos poços de observação convencionais, portanto sem influência de artesianismo. 


Solo erodido apenas em sua camada superficial, sem desagregação pela perda de sucção (Nova Friburgo, janeiro de 2011).



3- Camadas de silte-arenoso são instabilizadoras, resultados obtidos através de simulações analíticas (Pessoa Neto, 2004). 


Catástrofe Climática em janeiro de 2011 Nova Friburgo e suas conseqüências na área urbano-rural.




Escrito por Djalma P Pessoa às 19h38
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Morre o senador e ex-presidente da República Itamar Franco

Aos 81 anos, ex-presidente sofreu um AVC às 10h15 deste sábado (2).
Ele estava internado desde o dia 21 de maio para tratar de leucemia.

Do G1, em Brasília

O senador e ex-presidente da República Itamar Franco (PPS-MG) morreu aos 81 anos neste sábado (2), em São Paulo.


O senador e ex-presidente Itamar Franco durante discurso no plenário do Senado (Foto: Agência Senado)O senador e ex-presidente Itamar Franco durante
discurso no plenário do Senado (Foto: Ag. Senado)

Biografia
Itamar Franco foi presidente da República entre 1992 e 1994, depois do impeachment do ex-presidente e atual senador Fernando Collor de Mello. Itamar foi também governador de Minas Gerais, senador durante 16 anos, prefeito de Juiz de Fora por dois mandatos e embaixador do Brasil na Organização dos Estados Americanos (OEA), em Portugal e na Itália.

Como presidente, implantou o Plano Real – o também ex-presidente Fernando Henrique Cardoso era o ministro da Fazenda –, que estabilizou a moeda e acabou com a inflação, assinou a Lei dos Genéricos e a Lei Orgânica da Assistência Social (Loas), que abriu caminho para a criação de programas de transferência de renda.

Mais vídeos:

 

 



Escrito por Djalma P Pessoa às 21h48
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Aula de Viabilidade De Projetos e Empreendimentos

OS ALUNOS DO PROJETO RECONSTRUIR NO DIA 06.06.11 TIVERAM A OPORTUNIDADE DE ASSISTIR A AULA DO PROF. Msc. DJALMA PESSOA DE MINAS GERAIS SOBRE A VIABILIDADE DE PROJETO E EMPREENDIMENTOS. AULA ESTA VOLUNTÁRIA CEDIDA PELO PROFESSOR DJALMA. 

Veja mais:

http://institutoreconstruir.blogspot.com/2011/06/aula-de-viabilidade-de-projetos-e.html?spref=fb

 



Escrito por Djalma P Pessoa às 08h52
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Tipos de Escorregamentos e Importância de Estudos Geotécnicos

Por Eng. Civil MSc. Djalma Pinto Pessôa Neto 

Devido às graves conseqüências que qualquer escorregamento pode causar para populações circunvizinhas, o estudo da estabilidade de encostas naturais é um dos grandes desafios da engenharia geotécnica. Apesar da estabilidade de alguns taludes ser comprometida pela ação humana, há um grande o número de escorregamentos que ocorrem sem uma causa aparentemente clara.


Taludes naturais, em princípio estáveis, podem romper súbita e inesperadamente. A variedade e a natureza das causas e condições que determinam esses escorregamentos podem ser complexas, impossibilitando a elaboração de teorias e estudos de caráter geral. As duas causas mais comuns são as variações na frente de saturação e a alteração ou modificação progressiva da estrutura do solo sob a ação de agentes geológicos. Estas causas diminuem a resistência ao cisalhamento do solo, levando à sua instabilização  (COSTA NUNES,1987). 

Escorregamentos, deslizamentos, rastejos e quedas, são alguns dos termos utilizados para descrever movimentos de massa que ocorrem em encostas de solos e/ou rochas sob a ação da gravidade. Esses movimentos podem ser apenas inconvenientes, não merecendo muitas das vezes registro, como também podem ser catastróficos nas suas dimensões e consequências. 


Avalanches de detritos na Tragédia Climática de Nova Friburgo, jan. 2011.


É importante classificar os movimentos, bem como investigar as suas causas, pois deste estudo depende a correta escolha do modo de análise de estabilidade a ser empregado e das medidas de correção adequadas. Entretanto, a adoção de um sistema unificado de classificação de movimentos de massa “tem sido difícil”. 

Segundo Faiçal Massad (2003) os escorregamentos podem ser descritos, como se segue: 

1.  Rastejos: são movimentos lentos de camadas superficiais do solo, encosta abaixo; que se aceleram por ocasião de chuvas e se desaceleram em épocas de seca. Os rastejos são detectáveis, na Serra do Mar, pelas árvores inclinadas na direção do talude e podem com o tempo evoluir para escorregamentos verdadeiros. 

2. Escorregamentos verdadeiros: referem-se a deslizamentos de volumes de solos ao longo de superfícies de ruptura bem definidas, cilíndricas ou planares. São, portanto, os únicos que podem ser submetidos a análises estáticas através de modos de equilíbrio-limite. As causas que levam aos escorregamentos verdadeiros são: a alteração da geometria do talude por cortes ou escavações com o aumento da sua inclinação; colocação de sobrecargas no topo das encostas; infiltração de águas de chuvas, que podem elevar as poro-pressões no talude, consequentemente reduzindo a resistência cisalhante do solo; desmatamento e destruição da vegetação que pode ter um papel importante na estabilização das encostas, porque absorvem parte das águas de chuva e reforçam o solo com suas raízes. 

3. Nos  deslizamentos de tálus a massa de material (solos e blocos de rocha) escoa como se fosse um fluido, ou líquido viscoso, sem a existência de uma linha de ruptura bem definida. 

4. Deslocamentos de blocos de rocha: são movimentos que blocos ou lascas de rocha intactos, resistentes ao intemperismo, podem sofrer por ocasião de chuvas intensas e prolongadas que provocam a erosão do solo no qual os mesmos estão apoiados. 

5.  Avalanches ou erosões  violentas:  também conhecidas como fluxos de detritos, são fenômenos classificados como desastres naturais, pelo seu alto poder destrutivo e pelos danos que podem provocar em instalações e equipamentos urbanos ou na própria natureza original. São movimentos de massa que se desenvolvem em períodos de tempo muito curtos (alguns segundos a pouco minutos) e que tem algumas peculiaridades como: velocidades elevadas (18 a 72 Km/hora); alta capacidade de erosão e destruição, devido a grandes pressões de impacto (30 a 1000 kPa); transporte de detritos (galhos e troncos de árvores, blocos de rocha, cascalho, areia e lama) a grandes distâncias, mesmo em baixas declividades (5 graus  a 15 graus). Ocorrem, em geral, após longos períodos de chuva, quando uma incidência pluviométrica mais intensa (6 a 10 mm em dez minutos) provoca escorregamentos de solo e rocha para dentro do curso d’água. A massa de solo mistura-se com a água, em abundância, e é dirigida para os talvegues, arrastando árvores e materiais pedregosos que encontra pelo caminho (GUIDICINI et al.). A concentração de sólidos, em volume, pode variar em ampla faixa, de 30 a 70%. A vazão de um debris flow pode alcançar um valor de 10 a 20 vezes (ou mais) a vazão de cheia (água), para a mesma bacia hidrográfica e mesma chuva (Massad et al., 1997). 


Locais onde houveram avalanches e escorregamentos rotacionais, N. Friburgo, janeiro de 2011.


De uma forma geral, os movimentos de massa, chamados no meio geotécnico de deslizamentos, podem ser vistos de duas formas: do ponto de vista da Geotecnia, busca-se investigar a estabilidade e, consequentemente, as condições de  equilíbrio da massa de solos e/ou rochas. Por outro lado, do ponto de vista da Geologia, esse fenômenos são, ao longo do tempo, considerados processos naturais de renovação da superfície terrestre, entendidos como ações exogênicas de rejuvenescimento da crosta terrestre. 

No que se refere a instabilidade de massas de solo as causas podem ser definidas como: 

- causas internas, que atuam reduzindo a resistência ao cisalhamento do solo que compõe o talude, sem alterar a sua geometria; 

- causas externas, que modificam o estado de tensão  atuante sobre o maciço, ocasionando um acréscimo nas tensões cisalhantes, igualando ou superando a resistência  original do solo, levando o maciço a  situação de ruptura; e, 

- causas intermediárias, que são as que não podem ser definidamente classificadas em uma das duas classes anteriores. 

Nieble e Guidicini (1984), quando determinam e classificam os agentes responsáveis por escorregamentos em taludes e encostas naturais, os dividem em predisponentes e efetivos.  Estes autores destacam que: (i)  Agentes predisponentes  são os formados pelo conjunto de condições geológicas, geométricas e ambientais que irão contribuir para que os movimentos de maciço ocorram. Esses agentes dependem apenas das condições naturais, como  por exemplo: os tipos de complexo geológicos, morfológicos, climatológicos, hidrológicos, gravitacionais, termo-solar e vegetações originais; (ii)  Agentes efetivos são os diretamente responsáveis pelo desencadeamento das movimentações de massa de solos, como por exemplo: ocorrência de chuvas intensas, erosões por chuva ou vento, abalos sísmicos, ações do ser humano, fusões de gelo e neve. 

Fica assim fácil entender da importância dos estudos geotécnicos para a construção de imóveis, baseados em investigações geológico-geotécnicas de solos, confiáveis. 



Escrito por Djalma P Pessoa às 12h34
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Mecânica dos Sólidos

 

O que é Mecânica ? A Mecânica pode ser definida como a ciência que

descreve e prediz condições de repouso ou movimento de corpos sob ação

de forças. Pode ser divida em Mecânica dos Corpos Rígidos, Mecânica
dos Corpos Deformáveis (Mecânica dos Sólidos) e Mecânica dos Fluidos.


Conheça e acesse uma síntese da Mecânica dos Sólidos, esta grande área
da Mecânica, para estudantes de Engenharia e alunos de pós-graduação,
um formulário completo, inclusive com acesso a animações
demonstrativas de esforços e equações de equilíbrio.



https://www.buzzero.com/DjalmaPPessoa/curso-online-Mecanica-dos-Solidos,-a-Grande-Area-da-Mecanica.html



Escrito por Djalma P Pessoa às 21h03
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Apresentação: Viabilidade Executiva de Projetos e Empreendimentos

Na prática da engenharia de custos a viabilidade executiva é ferramenta fundamental na apreciação e implementação de empreendimentos na construção civil e obras de engenharia. A viabilidade executiva envolve aspectos técnicos, econômicos e financeiros, possibilitando o real gerenciamento de custos: Controle de Custos; Eficácia de Projetos; Empreendimentos Rentáveis. Nos tempos atuais, a engenharia de custos assume o seu importante papel na realidade brasileira. A sociedade não mais admite o desconhecimento de preços e custos nos contratos de aquisição de obras e serviços de engenharia, sejam eles de obras públicas, sejam eles de gerência privada ou terceirizações contratadas nos regimes de empreitada. Mesmo empreendimentos de médio e pequeno porte devem ser apresentados de forma clara e concisa numa linguagem tecnicamente adequada, onde o contratante, gestor ou proprietário de obras e serviços de engenharia e arquitetura, harmonizam seus projetos as demandas objetivas. Este curso objetiva apresentar conceitos de trabalho e análises de custos visando à qualidade e competitividade dos serviços de engenharia, e para atender as práticas licitatórias e contratuais (Lei de Licitações e Código de Defesa do Consumidor, por exemplo) reguladas pelas leis vigentes.

Clique no link e aproveite o preço de lançamento do Curso Viabilidade Executiva de Projetos e Empreendimentos:

https://www.buzzero.com/DjalmaPPessoa/curso-online-Viabilidade-Executiva-de-Projetos-e-Empreendimentos.html



Escrito por Djalma P Pessoa às 11h12
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Mesa Redonda: Ações Preventivas e Emergenciais em Situações de Tragédias e Escorregamentos.
Data: 06 de abril de 2011
Horário: das 08:00 às 17:00 horas
Local: Auditório Leopoldo do Amaral/ Escola Politécnica - UFBA - Salvador-BA
Taxa de Inscrição: 2kg de alimento não perível
Promoção: ABGE, ABMS e SBG- Núcleo Bahia-Sergipe

Para acessar a programação completa clique
aqui! 



Escrito por Djalma P Pessoa às 18h17
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As eleiçoes no Instituto de Engenharia começam pela Internet dia 25  e sua participação é importante neste momento.

Eleições do
Instituto de Engenharia

"Insanidade é fazer as mesmas coisas sem parar, esperando resultados diferentes"

Albert Einstein

Caro associado do Instituto de Engenharia,

Amanhã, a partir das 8 horas da manhã, será aberto o ambiente de votação pela Internet para as eleições gerais do Instituto de Engenharia. Seu voto nesta urna eletrônica é, alem de necessário e seguro, muito importante, pois mostrará aos dirigentes eleitos que a Internet é hoje muito mais do um simples repositório de votos.

A Internet é a ferramenta que conduzirá o Instituto de Engenharia para um novo patamar de modernidade e representatividade. Extrapolando os muros da Av. Dante Pazzanese e ganhando o Brasil.

Venho mais uma vez me apresentar como candidato, não somente em cima de minhas realizações passadas, pois estas são frutos de outros tempos e pouco poderão colaborar para mudar os rumos que o Instituto de Engenharia tem trilhar. Mas também por estar trabalhando com sucesso em iniciativas de articulação de pessoas, de desenvolvimento de modelos de negócios, produtos e serviços em rede. Por ter na Internet meu ambiente de trabalho e realizações diário, sendo capaz de, trabalhando junto com nosso Presidente Aluízio de Barros Fagundes, trazer essas iniciativas para o bem da engenharia e do Instituto.

É hora de tornarmos o Instituto de Engenharia grande outra vez, merecedor dos louros conquistados pelas gerações que nele passaram e deixaram sua marca.

É hora de honrar nosso colegas que tanto trabalharam para o Instituto de Engenharia dando um passo para a modernidade e para a inserção na sociedade do conhecimento.

É hora de usarmos a capacidade de vencer barreiras da Internet para fazer do Instituto de Engenharia uma instituição nacional, com representações e associados por toda a federação.

É hora de fazer diferente, para alcançar resultados diferentes.

Agradeço sua atenção e seu voto e, para mostrar que muito pode ser feito com muito pouco esforço e recursos financeiros, tomarei a liberdade de enviar-lhe um último email amanhã com o link para um tutorial em video mostrando como operar a urna eletrônica do Instituto de Engenharia e votar pela Internet. 

Obrigado

Antonio Carlos Pasquale de Souza Amorim
Candidato ao Conselho Deliberativo nº 3
visite: 
http://carl.amorim.blog.br/



Escrito por Djalma P Pessoa às 19h37
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CLUBE DE ENGENHARIA

 para clubedeengenha.
mostrar detalhes 18 mar (2 dias atrás)
 

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Escrito por Djalma P Pessoa às 20h50
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Veja como são construídos os prédios preparados para resistir a terremotos: http://estaticog1.globo.com/2011/03/predios-anti-terremotos_arteG1.pdf   Fonte: G1.com



Escrito por Djalma P Pessoa às 15h34
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